Asbram defende fábricas de ureia

A Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram), em conjunto com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), defendeu nesta terça-feira, dia 10, em audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, a manutenção das atividades das unidades da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) da Petrobras na Bahia e em Sergipe. A fábrica também tem unidades em Mato Grosso do Sul e no Paraná. Para as duas entidades, o fechamento das unidades provocaria prejuízos à economia da região, com o desemprego de 1,4 mil pessoas, e poderia aumentar os custos de produção com a importação do insumo. A Fafen produz fertilizantes como amônia e ureia, que são importantes para a produção agropecuária, usados na adubação de culturas e pastagens e na alimentação de ruminantes

Para o senador Eduardo Amorim (PSDB/SE), autor do requerimento para a realização da audiência pública, o fechamento da Fafen na Bahia e em Sergipe vai desabastecer o mercado agrícola e tornar o País vulnerável e dependente do mercado externo. As fábricas deveriam encerrar as atividades em junho deste ano, mas uma decisão do presidente Michel Temer de criar um grupo de trabalho para tratar do assunto estendeu as atividades da Fafen nos dois estados até o mês de outubro.

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